Estação Ecológica Juréia-Itatins



Estação Ecológica Juréia-Itatins
Esfera Administrativa: Estadual
Estado: Sao Paulo
Município: Iguape, Peruíbe, Miracatu e Itariri
Categoria: Estação Ecológica
Bioma: Mata Atlântica
Área: 79.240 hectares
Diploma legal de criação: Lei Estadual 5.649/87

Parte da área é englobada na Área de Proteção Ambiental (APA) de Cananéia, Iguape e Peruíbe – Decreto Federal 90.347/84.

Coordenação regional / Vinculação:
Contatos: Sede Administrativa:

Dias e horário de funcionamento: de segunda-feira a sexta-feira das 8h às 17h. Telefones para informação: (13) 3457-9243/ (13) 3457-9244 E-mail: ec.jureiaitatins@fflorestal.sp.gov.br Gestor (a): Manuel Messias dos Santos Endereço: Estrada do Guaraú, nº 4.164 - Peruíbe – SP CEP11750-000 Caixa Postal 159

Índice

Localização

Como chegar

Ingressos

Visitação: Dias e horário de funcionamento: Visitação somente para Educação Ambiental e realização de pesquisa científica mediante agendamento. Endereço:Estrada do Guaraú, n° 4.164 – Peruíbe - SP CEP11750-000 Caixa Postal: 159

Onde ficar

Peruíbe 160 Km de SP

Objetivos específicos da unidade

Histórico

Atrações

http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g780030-d4559177-Reviews-Estacao_Ecologica_de_Jureia_Itatins-Peruibe_State_of_Sao_Paulo.html

https://www.facebook.com/JureiaItatins

Aspectos naturais

Relevo e clima

Fauna e flora

Problemas e ameaças

Fontes

http://www.ambiente.sp.gov.br/e-e-jureia-itatins/

Estação Ecológica de Juréia-Itatins (EEJI) é uma UC de proteção integral que tem como objetivos principais a preservação da natureza e realização de pesquisas científicas. Sua vegetação predominante é a Floresta Ombrófila Densa Submontana e Montana com clima subtropical úmido, sem estação seca definida. A temperatura média anual varia de 19,6 a 21,4 °C e a pluviosidade média anual é registrada em 2.277,8 mm.

Foi criada em uma época em que o setor imobiliário, os ambientalistas e as empresas (a NUCLEBRAS, que implantaria usinas nucleares) disputavam a terra. Hoje, a EEJI é responsável pela conservação de ambientes que foram pouco alterados pelo homem e que servem como refúgio para algumas espécies que costumavam habitar grande parte do litoral brasileiro.