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Encontro reuniu parceiros e sociedade civil para discutir governança do CMA. Foto: Divulgação Caminho da Mata Atlântica/Facebook


No último sábado (22/07), o Projeto Caminho da Mata Atlântica (CMA) realizou um encontro para dar seu primeiro passo para sair do papel e virar trilha. Abraçado pela WWF-Brasil através do Movimento Borandá, o projeto prevê um percurso de 3 mil quilômetros em trilhas, que conectaria o Rio Grande do Sul ao Rio de Janeiro, por entre remanescentes de Mata Atlântica no litoral brasileiro. O evento teve como objetivo definir a estrutura de governança do projeto. Compareceram cerca de 30 pessoas, entre elas parceiros da iniciativa, como o Instituto Estadual do Ambiente (INEA), a Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Secretaria Municipal de Meio Ambiente do Rio de Janeiro (SMAC), e membros da sociedade civil.

Durante o encontro, foram delegados os níveis de decisões e responsabilidades para criação da trilha, com equipes locais, comitês regionais e uma coordenação geral, que será liderada pelo WWF-Brasil. No momento, são 13 instituições envolvidas, de quatro dos cinco estados pelos quais o caminho passará. Também foi decidida a missão do grupo, entre elas a inclusão, a participação e o diálogo com a sociedade civil no processo. Outro objetivo será trabalhar na facilitação para implementação da trilha e no fortalecimento dos atores envolvidos localmente.

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O traçado idealizado para o Caminho da Mata Atlântica. Foto: Divulgação/WWF-Brasil

 

*Com informações WWF-Brasil

 

 

 

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