Paisagem típica do Banhado do Maçarico, com cordões litorâneos paralelos. Foto: Eduardo Veléz

Paisagem típica do Banhado do Maçarico, com cordões litorâneos paralelos. Foto: Eduardo Veléz

A edição online do jornal Zero Hora fez um perfil da mais nova reserva biológica do Rio Grande do Sul, a Reserva Biológica Estadual Banhado do Maçarico. A 23ª unidade de conservação do estado foi criada no final de 2014, uma conquista dos ambientalistas gaúchos que reivindicavam a proteção desta região costeira de Pampa desde 2007. Há muito se sabia o valor do banhado para a natureza: além de abrigar cinco espécies ameaçadas de extinção — o macuquinho-da-várzea (Scytalopus iraiensis), a noivinha-de-rabo-preto (Xolmis dominicanus), o caboclinho-de-papo-branco (Sporophila palustris), o caminheiro-grande (Anthus nattereri) e o gavião-cinza (Circus cinereus) — e uma enorme biodiversidade, suas nascentes alimentam o sistema hidrológico do Taim e as drenagens naturais associadas ao estuário da Laguna dos Patos. O Banhado do Maçarico se formou há cerca de 5 mil anos, quando o Oceano Atlântico inundou o continente e, ao regredir, deixou áreas alagadas. Sua paisagem é caracterizada por linhas intercaladas de terreno inundado e linhas de terreno seco, um ambiente ideal para mais de 200 espécies de aves, o que faz da UC um componente fundamental na conservação deste ecossistema.

Veja aqui o verbete da Reserva Biológica Estadual Banhado do Maçarico

 

 

 

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