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Lançadas novas regras para voluntariado no Parque Estadual do Utinga

Qualquer pessoa pode se inscrever. Menores de idade precisam de autorização dos pais ou responsáveis.

Parque Estadual do Utinga. Foto: Julio Cesar Meyer Junior

Na terça-feira (23/10), O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-bio) tornou pública a Portaria Nº 1158, que regulamenta a realização de atividades voluntárias no Parque Estadual do Utinga (PA). O documento está disponível para consulta aqui.

De acordo com a nova regulamentação, qualquer pessoa poderá realizar atividades voluntárias na unidade de conservação desde que realize pedido prévio acompanhado de documento de identidade. Para menores de idade, é necessária a anuência de pais ou responsáveis. As atividades são realizadas por meio de demandas espontâneas, quando alguém manifesta o interesse em realizar o trabalho voluntário, e por meio de demandas induzidas, quando a própria Gerência do Parque abre chamada pública convocando voluntários para a realização de projetos específicos.

Para as demandas espontâneas, os interessados precisam elaborar um Plano de Trabalho – individual ou coletivo – em que exponham as atividades que desejam realizar no Parque. O plano de trabalho deve seguir o modelo disponível na Portaria, com informações como atividades a serem realizadas, período de realização, a frequência semanal e os horários em que os voluntários permanecerão no Utinga.

Além do Plano, os interessados devem preencher um termo de adesão de trabalhos voluntários, um termo de conhecimento de riscos e ficha médica. Os modelos também estão disponíveis na Portaria. Todos os formulários, juntamente com o Plano de Trabalho e cópia dos documentos de identificação, precisam ser entregues junto ao Parque.

Atualmente, o Parque conta com mais de 10 voluntários que atuam em diversas atividades relativas à gestão da Unidade de Conservação, como a condução de visitas monitoradas; a organização de serviços de coleta seletiva e reutilização de resíduos sólidos; a abertura e monitoramento de trilhas; e o acompanhamento de projetos com comunidades de agricultores familiares.

 

*Com informações do Ideflor-bio

 

 

 

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