Luiz Aragão apresenta o projeto da Trilha Transespinhaço no seminário. Foto: André Jean Deberdt


Neste sábado (16/06), foi realizado a primeira edição do Seminário da Trilha de Longo Curso Transespinhaço. O percurso deverá ter aproximadamente 700 km de extensão e irá conectar unidades de conservação através da Serra do Espinhaço, entre os municípios mineiros de Belo Horizonte e Diamantina. O evento foi considerado o pontapé inicial da trilha, com a organização de servidores, voluntários e montanhistas em grupos de trabalho que irão se articular para a sua implementação.

Aproximadamente 60 pessoas participaram do evento que foi organizado junto com o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela criação do Sistema Brasileiro de Trilhas de Longo Curso. Participaram representantes de áreas protegidas do estado que estão incluídas no traçado como o Parque Estadual do Pico do Itambé (MG), o Parque Nacional da Serra do Gandarela (MG) e o Parque Estadual da Serra do Intendente (MG); de prefeituras, da Universidade Federal de Minas Gerais, e de agências de turismo da região; além de montanhistas.

Durante o seminário foram formados os primeiros grupos de trabalho responsáveis pela articulação e implementação de três setores da trilha: de Belo Horizonte até o Parque Nacional da Serra do Cipó (MG); do Cipó até a comunidade de Cemitério do Peixe; e de lá até o Parque Nacional das Sempre Vivas (MG).

De acordo com a presidente do Centro Excursionista Mineiro (CEM), Gisele Melo, a Transespinhaço será dividida em 11 setores, com início na Serra da Moeda, na região metropolitana de Belo Horizonte, até Diamantina, e cruzará mais de 30 municípios no caminho. Segundo ela, a expectativa – e desafio – é conseguir sinalizar os primeiros quilômetros da trilha até o final de agosto.

 

 

 

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