Ararinhas-azuis: extintas na natureza. Foto: Divulgação ACTP/MMA


Nesta terça-feira, 05/06, Dia Mundial do Meio Ambiente, três unidades de conservação federais foram criadas por decretos: o Refúgio de Vida Silvestre da Ararinha-Azul (BA)Área de Proteção Ambiental da Ararinha-Azul (BA) e a Reserva Extrativista Baixo Rio Branco-Jauperi (AM). Com a criação das três unidades, o país ganha mais 701 mil hectares em áreas protegidas e passa a contar com 336 unidades de conservação federais. Juntas, elas somam aproximadamente 75 milhões de hectares no território continental.

O refúgio de vida silvestre (29,2 mil hectares) e área de proteção ambiental (90,6 mil hectares) formarão um mosaico de unidades de conservação para conciliar a conservação de remanescentes de caatinga com reintrodução da ararinha-azul na natureza. Espécie considerada extinta em ambiente natural desde 2000, existem hoje cerca de 150 exemplares em programas de cativeiro no Brasil e exterior. As primeiras reintroduções estão previstas para ocorrer nos próximos dois anos.

A reserva extrativista ocupará 581,2 mil hectares de floresta amazônica, o que fará dela uma das maiores reservas deste tipo no país. Localizada entre os estados do Amazonas e de Roraima, vai beneficiar populações tradicionais da Amazônia. A área, na confluência do rio Branco com o rio Jauaperi, é um local de grande bidoversidade que abriga fauna aquática abundante, variada fauna silvestre e espécies nativas produtoras de frutos, óleos e resinas.

 

*Com informações da Comunicação MMA

 

 

 

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