Floresta Nacional de Capão Bonito

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Floresta Nacional de Capão Bonito
Esfera Administrativa: Federal
Estado: Sao Paulo
Município: Buri (SP), Capão Bonito (SP)
Categoria: Floresta
Bioma: Mata Atlântica
Área: 4.773,83 hectares
Diploma legal de criação: Portaria nº 558 de 25 de outubro de 1968
Coordenação regional / Vinculação: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

CR8 -Rio de Janeiro

Contatos: Gestor: VERÔNICA SILVA VELOSO

Endereço: Rod. SP-258, km 241, Caixa Postal 37
CEP: 18300970
Bairro: Itanguá
UF: SP
Cidade: Capão Bonito
Site:
Telefone: (15) 35430500, (61) 33419915, (61) 33419923
E-mail(s): flonacb@icmbio.gov.br, marli.ramos@icmbio.gov.br, veronica.veloso@icmbio.gov.br

Índice

Localização

Como chegar

Ingressos

Onde ficar

Objetivos específicos da unidade

uso múltiplo sustentável dos recursos florestais e a pesquisa científica, com ênfase em métodos para exploração sustentável de florestas nativas

Histórico

Atrações

Aspectos naturais

Insere-se em área de Tensão Ecológica (Savana-Floresta Ombrófila Mista e Floresta Estacional Semidecidual - dados de tese de doutoramento de Bechara em 2006). Os reflorestamentos realizados na Flona totalizam 3.489,39 ha. Estão assim distribuídos: 1.002,00 ha de Araucaria angustifolia, 2.402,19 ha de Pinus elliottii, 39,47 ha de Pinus spp e 45,73 ha de experimentos com várias outras espécies florestais nativas e exótica. Importante ressaltar que a Araucária foi classificada mais recentemente, pela IUCN, como criticamente ameaçada de extinção, demonstrando a importância de banco genético para utilização futura interna e externa, seja em projetos de restauração, seja em projetos de plantios comerciais. Completando a cobertura vegetal, somam-se outros 270 ha de mata ciliar e rico ecossistemas de várzea na porção leste, em paralelo ao rio Apiaí-mirim. A área restante é ocupada por aceiros, estradas, espaço para edificações e áreas de lazer. Ocorrem também retorno natural de rico subbosque de vegetação nativa sob as araucárias, com indicação de estágio médio de regeneração. A grande maioria dos talhões de Pinus também possuem subbosque de nativas, com retorno em diferentes níveis de recuperação, dependendo das condições de solo, umidade, incidência de luz e outros fatores ambientais. De forma geral, esta FLONA representa um rico ecossistema para as espécies animais e vegetais, pois é a única UC, num raio de aproximadamente 60 Km. Na direção sul dista, em média, de 50 a 60 km do Parque Estadual de Intervales e em direção norte-oeste, sentido do rio Paranapanema, dista em média, de 60 a 70 km da Estação Ecológica de Angatuba.

Relevo e clima

Relevo

Relevo apresenta-se suavemente ondulado, paisagem muito uniforme, com colinas acompridadas, de inclinação suave que não ultrapassam 60 m de altura, em relação do nível Apiaí Mirim.

Solo

Pertence, em geral, ao grupo latossolo-vermelho caindo às vezes para a tonalidade marrom, denunciando a presença de Óxidos ou Hidróxidos de ferro.

Geologia

A geologia é assinalada pela presença de sedimentos de origem glacial pertencentes ao grupo Itararé, da série Tubarão da idade Carbonífera, andar superior. Esses sedimentos são constituídos de elementos clásticos, no caso argila e areia, com abundância de seixos heterogêneos (quartzitos, quartzos, granitos e etc.). Arenitos e argilas acham-se por vezes, intercalados, sem extratificação, denotando a alternância nas facies de sedimentação.

Hidrologia

A FLONA é bem servida em termos de recursos hídricos. Divisa-se à leste com o Rio Paranapitanga e à oeste com o Rio Apiaí Mirim, além de abrigar em seu interior inúmeras nascentes, córregos e açudes. E insere-se na Bacia hidrográfica do Alto Paranapanema.

Fauna e flora

Problemas e ameaças

Fontes

CNUC

ICMBio